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XLVII REUNIÃO ANUAL DA SPAIC / RESUMOS DAS COMUNICAÇÕES ORAIS,
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          CO24 – FATORES ASSOCIADOS AO CONTROLO             do CARAT), a adesão à terapêutica (Medida de Adesão aos Tra-
          DA ASMA: RESULTADOS DO ESTUDO ANTICIPATE          tamentos, MAT), a qualidade de vida (EQ-5D), a função pulmonar
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          Regalo S , Tejada Nunes M , Taborda Barata L , Lozoya-Ibañez C ,   (espirometria), os biomarcadores de inflamação tipo 2 (FeNO e
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          Pires Pereira H , Pereira A , Costa Farinha I , Martins dos Santos   eosinófilos) e as comorbilidades alérgicas e não alérgicas.
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          G , Botelho Alves P , Cardoso Lopes J , Rodrigues Alves R , Semedo   Resultados: Foram incluídos 131 participantes (46±18 anos; 64%
          F , Branco Ferreira M , Gaspar Marques J , Ferreira J , Morête A ,   mulheres): 59% em degraus 4–5 do GINA, 23% sob terapêutica
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          Regateiro F , Carreiro Martins P 2                biológica, 87% tinham adesão subótima ao tratamento e 60% apre-
            1  ULS Coimbra, Coimbra, Portugal               sentavam asma não controlada. Os doentes com asma não con-
            2  ULS São José, Lisboa, Portugal               trolada apresentavam maior carga de comorbilidades (3 vs 2;
            3  ULS da Cova da Beira , Covilhã, Portugal     p<0,001), pior qualidade de vida (EQ-VAS 70 vs 90; p<0,001) e
            4  ULS de Castelo Branco, Coimbra, Portugal     menor FEV1 (76% vs 84%; p=0,018),  sem diferenças significativas
            5  CUF Porto , Porto, Portugal                  nos níveis de biomarcadores de inflamação do tipo 2. O controlo
            6   Hospital do Divino Espírito Santo de Ponta Delgada, Ponta   da asma correlacionou-se moderadamente com a qualidade de vida
           Delgada, Portugal                                (ρ=0,50; p<0,001) e inversamente com o número de comorbilida-
            7  Hospital da Luz Lisboa, Lisboa, Portugal     des (ρ=-0,36; p<0,001), particularmente com as comorbilidades
            8  ULS Santa Maria, Lisboa, Portugal            não alérgicas (ρ=-0,43; p<0,001). Na análise multivariável, cada
            9  ULS de Gaia/Espinho, Gaia, Portugal          comorbilidade não alérgica adicional associou-se de forma inde-
          10  ULS da Região de Aveiro, Aveiro, Portugal     pendente à asma não controlada (OR 2,21; IC95% 1,37–3,57), após
                                                            ajuste para a idade, sexo e índice de massa corporal.
          Objetivos: Caracterizar o perfil clínico dos doentes com asma   Conclusões: Nesta coorte de doentes com asma seguidos em
          seguidos em consulta de Imunoalergologia e identificar fatores   Imunoalergologia, a ausência de controlo da asma associou-se de
          associados à ausência de controlo da asma.        forma independente a uma maior carga de comorbilidades não
          Metodologia: Estudo observacional multicêntrico português   alérgicas e a pior qualidade de vida, mas não aos biomarcadores
          (ANTICIPATE) em pessoas com asma acompanhadas em consultas   de inflamação tipo 2. Estes resultados reforçam a importância da
          de Imunoalergologia. Foram avaliados o degrau de tratamento   avaliação sistemática das comorbilidades e da otimização da adesão
          GINA, o controlo da asma (pontuação das vias aéreas inferiores   terapêutica na abordagem da asma não controlada.
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                                             REVIST A POR TUGUESA DE IMUNO ALERGOLOGIA
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