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Revista Portuguesa de Estomatologia,
                                                      Medicina Dentária e Cirurgia Maxilofacial


                                                        rev port estomatol med dent cir maxilofac. 2018;59(2):100-106





           Investigação original

           Avaliação da largura do seio maxilar em indivíduos
           edêntulos totais e parciais




           Ángel Terrero-Pérez, Mariela Peralta-Mamani, Ana Lúcia Alvares Capelozza*
           Departamento de Cirurgia, Estomatologia, Patologia e Radiologia. Faculdade de Odontologia de Bauru, Universidade de São Paulo,
           São Paulo, Brasil.



           informação sobre o artigo        r e s u m o

           Historial do artigo:             Objetivo: Determinar a largura do seio maxilar (SM) em imagens de tomografia computado-
           Recebido a 23 de Abril de 2018   rizada de feixe cónico (TCFC) e segundo esses valores propor uma nova classificação para
           Aceite a 27 de Julho de 2018     áreas edêntulas amplas.
           On-line a 10 de Setembro de 2018  Métodos: A amostra foi de 260 SMs obtidas de um banco de imagens. Foram incluídos todos
                                            os SMs de indivíduos edêntulos totais e parciais com altura óssea residual (AOR) <10mm,
           Palavras-chave:                  que foram classificados em: severamente deficiente (<4mm), moderadamente deficiente
           Diagnóstico por imagem           (>4mm <7mm) e ligeiramente deficiente (>7mm <10mm). Foram   medidas: a largura do SM
           Implantes dentários              em milímetros, as alturas de 5, 7, 10, 13 e 15mm, a partir da crista óssea residual (COR). As
           Levantamento de assoalho         mensurações dos níveis de 5, 7, e 10mm representaram a borda inferior da janela lateral de
             do seio maxilar                aceso ao SM, e a mensuração de 15mm a borda superior. A média, desvio padrão, mediana,
           Seio maxilar                     33° e 67° percentil foram calculados pelo programa Statistica.v 10.0. Enterprise com o nível
           Tomografia computadorizada       de significância de 5%.
             de feixe cónico                Resultados: A AOR foi considerada severamente deficiente em 126 SMs, moderadamente
                                            deficiente em 83 SMs e ligeiramente deficientes em 51 SMs. A média da largura do SM na
                                            altura de 5, 7, 10, 13 e 15 mm a partir da COR foi de 6,76, 8,41, 10,74, 13,33 e 14,74mm, respe-
                                            tivamente. Baseado nessas mensurações a nova classificação para edêntulos totais e parciais
                                            foi de estreito (<6, <13mm), moderado (6-8,13-17mm) e amplo (>8, >17mm).
                                            Conclusão: Esses achados podem auxiliar ao cirurgião-dentista no planeamento cirúrgico de
                                            levantamento de seio maxilar, simplificando a descrição da largura SM em três categorias.
                                            (Rev Port Estomatol Med Dent Cir Maxilofac. 2018;59(2):100-106)
                                                            © 2018 Sociedade Portuguesa de Estomatologia e Medicina Dentária.
                                                 Publicado por SPEMD. Este é um artigo Open Access sob uma licença CC BY-NC-ND
                                                                       (http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0/).











           *  Autor correspondente.
            Correio eletrónico: anacapel@fob.usp.br (Ana Lúcia Alvares Capelozza).
           http://doi.org/10.24873/j.rpemd.2018.09.234
           1646-2890/© 2017 Sociedade Portuguesa de Estomatologia e Medicina Dentária. Published by SPEMD.
           This is an open access article under the CC BY-NC-ND license (http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0/).
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