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rev port estomatol med dent cir maxilofac . 2018;59(2):80-86 85
etário e Nacionalidade (País); Decenal. http://www.ine.pt.
Responsabilidades éticas Published 2012. Accessed January 20, 2016.
7. Fonseca ML, Silva S, Esteves A, McGarrigle J. MIGHEALTHNET
Proteção de pessoas e animais. Os autores declaram que para – Relatório Sobre o Estado Da Arte Em Portugal. Lisboa:
esta investigação não se realizaram experiências em seres Universidade de Lisboa – Departamento de Geografia /
humanos e/ou animais. Centro de Estudos Geográficos; 2009
8. Dias CM, Paixão E, Branco MJ, Falcão JM. A Saúde Dos
Imigrantes – Inquérito Nacional de Saúde 2005 -2006. Lisboa:
Confidencialidade dos dados. Os autores declaram ter seguido Instituto Nacional de Saúde Dr. Ricardo Jorge IP –
os protocolos do seu centro de trabalho acerca da publicação Departamento de Epidemiologia; 2008.
dos dados de pacientes. 9. Costa C, Pereira M, Passadouro R, Spencer B. Higiene Oral Na
Criança – Boca Sã, Família Vigilante? Acta Med Port.
Direito à privacidade e consentimento escrito. Os autores 2008;21:467 -4.
declaram ter recebido consentimento escrito dos pacientes 10. Borralho S. Prevalência, Gravidade e Fatores Associados à Cárie
e/ou sujeitos mencionados no artigo. O autor para correspon- Precoce da Infância no Distrito de Lisboa. Tese de Doutoramento,
Universidade de Lisboa. 2014.
dência está na posse deste documento. 11. Areias C, Macho V, Frias -Bulhosa J, Guimarães H, Andrade
C De. Saúde oral em Pediatria. Acta Pediatr Port.
2009;40:126 -32.
Conflito de interesses 12. Rodrigues AP, Reis P. Escovagem de dentes em ambiente
escolar e cárie dentária: um estudo de coorte. Rev Port Med
Geral Fam. 2012;28:403 -8.
Os autores declaram não haver conflito de interesses. O estu- 13. Direcção -Geral de Saúde. Programa Nacional de Promoção da
do SAIMI foi financiado pela Direção-Geral da Saúde. Saúde Oral. Lisboa; 2005.
14. Areias C, Macho V, Raggio D, et al. Cárie precoce da infância
– o estado da arte. Acta Pediatr Port. 2010;41:217 -21.
Agradecimentos 15. Cosme P, Marques PF. Cáries Precoces de Infância – Uma
Revisão Bibliográfica. Rev Port Estomatol Med Dent Cir Maxilofac.
2005;46:109 -16.
Este estudo foi desenvolvido no âmbito do projeto «Avaliação 16. Pereira C, Veiga N, Amaral O, Pereira J. Comportamentos de
do Acesso aos Cuidados de Saúde e Nível de Saúde dos Imi- saúde oral em adolescentes portugueses. Rev Port Saúde
grantes do Subcontinente Indiano» financiado pela Direção- Pública. 2013;31:158 -65.
-Geral de Saúde, em articulação com o projeto «A Invisibilidade 17. Nicolau B, Marcenes W, Bartley M, Sheiham A. Associations
da Morte nas Populações Migrantes em Portugal: Vulnerabilida- between socio -economic circumstances at two stages of life
des e Gestões Transnacionais», financiado pela Fundação para and adolescents’ oral health status. J Public Health Dent.
2005;65:14 -20.
a Ciência e Tecnologia (PTDC/CS-ANT/102862/2008). Os autores 18. Skeie MS, Klock KS. Dental caries prevention strategies
gostariam de agradecer a toda a equipa de investigação dos among children and adolescents with immigrant – or low
projetos e especialmente a Andreia Silva Costa, Clara Saraiva, socioeconomic backgrounds - do they work? A systematic
Filipe Leão Miranda, Irene Rodrigues, José Mapril, Max Ruben review. BMC Oral Health. 2018;18:20.
Ramos, Rui Simões e Simone Frangella. Os autores estão gratos 19. Mexia de Almeida C, Petersen PE, Jesus S, Toscano A. O III
a todos os participantes pela colaboração no estudo e ao Cen- Inquérito Continental Explorador (1999): Saúde Oral Dentária
tro Nacional de Apoio ao Imigrante de Lisboa, à Associação So- nos Jovens de 6 e 12 anos de Portugal Continental. Rev Port
Estomatol Med Dent Cir Maxilofac. 2003;44:205 -18.
lidariedade Imigrante – Associação para a Defesa dos Direitos 20. Calado R, Sousa Ferreira C, Nogueira P, Melo P. III Estudo
dos Imigrantes, e à Comunidade Hindu de Portugal pela facili- Nacional de Prevalência Das Doenças Orais – 6, 12, 18, 35 -44 e
tação das instalações para a administração dos questionários. 65 -74 Anos. Lisboa; 2015.
Por fim, gostariam de agradecer 21. World Health Organization. Growing up Unequal: Gender and
Socioeconomic Differences in Young People’s Health and Well -Being.
Copenhagen; 2016.
22. Matos MG, Simões C, Camacho I, Reis M. Relatório Do Estudo
HBSC 2014: A Saúde Dos Adolescentes Portugueses Em Tempos de
referências Recessão – Dados Nacionais 2014. 1. Edição. (Centro de Malária
a
e Outras Doenças Tropicais /IHMT /UNL, FMH/ Universidade
1. Instituto Nacional de Estatística. Estatísticas Demográficas de Lisboa, eds.). Lisboa: Direção -Geral da Saúde; 2015.
2014. Lisboa; 2015. 23. Abukumail NH. Acesso aos Cuidados de Saúde Oral e Nível
2. Oliveira CR, Gomes N. Imigração Em Números. Vol 1. Lisboa; 2015. da Saúde Oral nas Comunidades Imigrantes Africana e
3. Serviço de Estrangeiros e Fronteiras. Relatório de Imigração, Brasileira em Portugal. Mestrado em Saúde Oral Preventiva e
Fronteiras e Asilo 2014; 2015. Comunitária, Universidade de Lisboa. 2009.
4. Malheiros JM. Diagnóstico Da População Imigrante Em Portugal: 24. Campos Matos I, Alarcão V, Lopes E, Oiko C, Carreira M.
Desafios e Potencialidades. (Alto -Comissariado para a Imigração Estudo SAIMI – Saúde e Acesso aos Serviços de Saúde dos
e Diálogo Intercultural, ed.). Lisboa; 2013. Imigrantes do Subcontinente Indiano em Lisboa: Que
5. Fonseca ML, Silva S. Saúde e Imigração: Utentes e Serviços Na Recomendações para Cuidados de Saúde Equitativos e
a
Área de Influência Do Centro de Saúde Da Graça. 1 Edição. Culturalmente Adaptados? Acta Med Port. 2015;28:164 -76.
(Alto -Comissariado para a Imigração e Diálogo Intercultural, 25. Goulão B, Santos O, Alarcão V, Portugal R, Carreira M, Do
ed.). Lisboa; 2010. Carmo I. Prevalência de excesso de peso nos imigrantes
o
6. Instituto Nacional de Estatística. População residente (N. ) brasileiros e africanos residentes em Portugal. Rev Port Saude
por Local de residência (à data dos Censos 2011), Sexo, Grupo Publica. 2015;33:24 -32.

