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XLI REUNIÃO ANUAL DA SPAIC / RESUMOS DAS COMUNICAÇÕES ORAIS E DOS POSTERS






                       SESSÃO DE POSTERS III                  ção de Portugal Continental, localizadas nas regiões de Vila Real,
                                                              Porto, Coimbra, Castelo Branco, Lisboa, Évora e Portimão. O
                  AEROBIOLOGIA, ALERGIA ALIMENTAR             calendário polínico foi elaborado com recurso ao software esta-
                          E ALERGÉNIOS E ITA                  tístico R (RStudio versão 1.3.10569).
                                                              Resultados e conclusões: O pólen de Olea é um dos tipos polínicos
            Sala: Área de E -Posters                          mais abundantes em algumas regiões de Portugal Continental, com
                                                              uma representação no espectro polínico que variou entre 4% no
            Moderadores: João Marques, Rita Câmara, Frederico Regateiro  Porto e 36% em Portimão. A estação de polinização deste táxon, em
                                                              média, teve início em Abril/Maio e terminou em Junho, com os picos
            PO 25 – Comportamento aerobiológico do pólen de   polínicos a serem registados no mês de Abril, em Vila Real e Lisboa,
            oliveira em Portugal                              e Maio, para as restantes regiões em estudo. Os níveis polínicos mais
            C Penedos , E Caeiro , B Tavares , J Fonseca 1,4,5,6 , P Carreiro-  elevados foram registados em Portimão (13679 grãos de pólen/m /ar)
                                     1,3
                    1
                                                                                                         3
                            1,2
                                  1,9
            -Martins 1,7,8 , R Rodrigues -Alves , M Branco Ferreira 1,10,11  e os níveis baixos na região do Porto (549 grãos de pólen/m /ar).
                                                                                                       3
              1   Sociedade Portuguesa de Alergologia e Imunologia Clínica,   O táxon Olea apresentou um período de polinização curto e muito
              Lisboa, PORTUGAL                                intenso, assim como um ritmo de floração bianual, em que, após anos
              I
              2   nstituto Mediterrâneo para a Agricultura, Ambiente e   com uma elevada produção polínica sucederam -se anos em que a
              Desenvolvimento MED, IIF, Universidade de Évora, Évora,   produção polínica foi reduzida. Desta forma, é útil a divulgação desta
              PORTUGAL                                        informação na área clínica para o tratamento e prevenção da doença
              3   Serviço de Imunoalergologia, Hospitais da Universidade de   alérgica respiratória, a fim de se poder correlacionar estes resultados
              Coimbra, Centro Hospitalar e Universitário de Coimbra,   com eventuais sensibilizações e sintomatologia de polinose
              Coimbra, PORTUGAL
              4   Departamento Medicina da Comunidade, Informação e Decisão
              em Saúde – MEDCIDS, Faculdade de Medicina, Universidade   PO 26 – Alergia ao pólen de amaranthaceae e os seus
              Porto, Porto, PORTUGAL                          níveis atmosféricos na região do Alentejo
                                                                     1,2
                                                                              3
              5   Centro de Investigação em Tecnologias e Serviços de Saúde –   E  Caeiro ,  J  Almeida ,  C  Penedos ,  P  Carreiro -Martins 1,4,5 ,  B
                                                                                        1
              CINTESIS, Porto, PORTUGAL                       Tavares , J Fonseca 1,7,8,9 , R Rodrigues -Alves , M Branco -Ferreira 1,11,12
                                                                   1,6
                                                                                           1,10
              6   Unidade de Alergia, Instituto & Hospital CUF Porto, Porto,     1   Sociedade Portuguesa de Alergologia e Imunologia Clínica –
              PORTUGAL                                          SPAIC – Grupo de Interesse de Aerobiologia, Lisboa, PORTUGAL
                                                                I
              7   Centro Hospitalar Universitário de Lisboa Central, Lisboa,     2   nstituto Mediterrâneo para a Agricultura, Ambiente e
              PORTUGAL                                          Desenvolvimento – MED, IIFA, Universidade de Évora, Évora,
              8   NOVA Medical School/Comprehensive Health Research Center,   PORTUGAL
              Lisboa, PORTUGAL                                  3   Universidade de Évora, Évora, PORTUGAL
              9   Hospital do Divino Espírito Santo, Ponta Delgada, Açores,     4   Centro Hospitalar Universitário de Lisboa Central, Lisboa,
              PORTUGAL                                          PORTUGAL
            10   Clínica Universitária de Imunoalergolgia, Faculdade de Medicina,     5   NOVA Medical School/Comprehensive Health Research Center
              Universidade de Lisboa, Lisboa, PORTUGAL          – CHRC, Lisboa, PORTUGAL
            11   Serviço de Imunoalergologia, Centro Hospitalar e Universitário     6   Serviço de Imunoalergologia, Hospitais da Universidade de
              Lisboa Norte, Lisboa, PORTUGAL                    Coimbra,Centro  Hospitalar  e  Universitário  de  Coimbra,
                                                                Coimbra, PORTUGAL
            Objectivo: O género Olea encontra -se amplamente representa-    7   Depart. Medicina da Comunidade, Informação e Decisão em
            do na região mediterrânica pela espécie Olea europaea L. que pos-  Saúde – MEDCIDS, Faculdade de Medicina, Universidade do
            sui duas variedades, var. sylvestris (zambujeiro) que faz parte da   Porto, Porto, PORTUGAL
            vegetação natural e a var. europaea (oliveira). Em Portugal, a oli-    8   Centro de Investigação em Tecnologias e Serviços de Saúde –
            vicultura é uma atividade de elevada importância, ocupando cerca   CINTESIS, Porto, PORTUGAL
            de 32% de toda a área agrícola do país.             9   Unidade de Alergia, Instituto & Hospital CUF Porto, Porto,
            O tipo polínico Olea é dos mais representados no espectro aéreo   PORTUGAL
            da região mediterrânica e uma das causas mais frequentes de aler-  10   Hospital do Divino Espírito Santo – HDES, Ponta Delgada,
            gia respiratória nesta região.                      PORTUGAL
            Este estudo teve como objetivos analisar a prevalência e o com-  11   Clinica Universitária de Imunoalergolgoia – Faculdade de
            portamento do pólen de Olea na atmosfera de Portugal Continen-  Medicina, Universidade de Lisboa, Lisboa, PORTUGAL
            tal, através da determinação da estação polínica e atualização do   12   Serviço de Imunoalergologia, Centro Hospitalar e Universitário
            calendário polínico para este táxon.                Lisboa Norte, Lisboa, PORTUGAL
            Metodologia: Para o presente estudo utilizaram -se os dados de
            monitorização do pólen de Olea da Rede Portuguesa de Aerobio-  Objectivo: Nos últimos anos, o pólen da família Amaranthaceae
            logia (RPA -SPAIC) de 2002 a 2019, das 7 estações de monitoriza-  tem ganho uma maior relevância como indutor de alergia dado que


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            REVIST A POR TUGUESA DE IMUNO ALERGOLOGIA
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