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c-ANCA e p- ANCA negativos, ANCA (Ac. Anti-MPO) <0.10 UA/mL, ANCA (Ac.
Anti-PR3) <0.10 UA/mL.



Após a biópsia pulmonar transtorácica abandonou novamente a consulta, tendo

realizado novo TC tórax após quase 2 anos sem qualquer vigilância. Este exame

mostrou uma extensa condensação basal posterior direita com aumento de volume
relativamente ao exame de Março de 2014 (Fig. 7 e 8). Extensas calcificações

mediastínicas conhecidas. Clinicamente a doente mantinha bom estado geral, sem sinais

sugestivos de quadro consumptivo, mas mantendo episódios de hemoptises
esporadicamente.

Dado o diagnóstico anátomo-patológico da biópsia pulmonar transtorácica não ter sido
inequivocamente conclusivo para exclusão de malignidade, foi repetida

broncofibroscopia com biópsia brônquica que não revelaram sinais de neoplasia.
Repetiu biópsia pulmonar transtorácica em Março de 2016: lesão benigna de tipo

fibrótico fibrose (aspetos sobreponíveis à amostra anterior). Não se pode excluir a

hipótese de doença esclerosante associada a IgG4.























Fig. 7 Fig. 8



Ainda durante o seguimento em Consulta a doente repetiu o doseamento de marcadores

tumorais que se mantiveram negativos. Repetiu também o exame funcional respiratório,
não se tendo objetivado quaisquer alterações nomeadamente alterações obstrutivas.
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