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O caso foi discutido em Reunião Multidisciplinar, tendo-se realizado broncofibroscopia
(04/01/2013) que não revelou lesões endobrônquicas.

Secreções brônquicas:

 Citologia: negativa para células neoplásicas.
 Exame bacteriológico: amostra contaminada.

 Exame micobacteriológico direto e cultural negativo.

 Biópsia brônquica: sem sinais de doença neoplásica ou alterações inflamatórias.



Após a realização de broncofibroscopia a doente abandonou a consulta, voltando apenas
a ser observada mais de um ano depois. Nessa altura repetiu TC tórax (Março 2014) que

mostrava aumento discreto das lesões, mas com características radiológicas suspeitas

(Fig. 5 e 6).





















Fig. 5 Fig. 6



Foi realizada biópsia pulmonar transtorácica: Os aspetos morfológicos não são

diagnósticos podendo corresponder a periferia de tumor, pneumonia folicular ou

eventual doença esclerosante associada a IgG4. A correlacionar com restantes dados
clínicos, imagiológicos e laboratoriais.



Tendo em conta a hipótese de doença esclerosante associada a IgG4 foi pedido o estudo

imunológico:
Doseamentos de imunoglobulinas: IgG 923.0 mg/dL, IgA 425 mg/dL, IgM 84.5 mg/dL,

IgE total 31.4 UI/mL. Factorreumatóide<10.1 UI/L, ac. Anti-citoplasma do neutrófilo:
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