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XLVII REUNIÃO ANUAL DA SPAIC / RESUMOS DAS COMUNICAÇÕES ORAIS,
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          17/74 (23,0%), mais frequentemente nos atópicos: 16/48 (33,3%)   grupo etário, corticoterapia inalada diária, estado ponderal ou
          vs 1/25 (4,0%; Fisher p=0,007). Entre as crianças com espirometria   colaboração.
          normal (82/117; 70,1%), 27/82 (32,9%) tinham oscilometria altera-  Conclusão: A oscilometria identificou alterações em cerca de um
          da e 11/54 (20,4%) FeNO elevado. Neste subgrupo, a oscilometria   terço das crianças com espirometria normal e detetou resposta
          alterada associou-se a R5, R5–R20 e Fres superiores, bem como   broncodilatadora com maior frequência, com fraca concordância
          MMEF25–75 inferior, sem diferenças significativas no FEV1 ou   entre métodos. Estes achados, associados a R5/R5–R20/Fres su-
          FEV1/FVC, sugerindo alterações periféricas não detetadas pela   periores e MMEF25–75 inferior, apoiam o papel da oscilometria
          espirometria convencional. Não se identificaram associações sig-  na identificação de alterações periféricas não captadas pela espi-
          nificativas entre os perfis espirometria/oscilometria e sexo, atopia,   rometria convencional.


































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                                             REVIST A POR TUGUESA DE IMUNO ALERGOLOGIA
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