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            Figura 2.                   Vacinas vivas vetoriais.
                       Agente patogénico











                    1 – Identificação da proteína de   2 – Isolamento do gene que codifica
                    interesse imunológico        a proteína












                    3 – Seleção de um vetor  4 – Inserção do gene no genoma do vetor




            Figura 3.                     Vacinas quimera.












                     1 – Identificação da proteína de   2 – Isolamento do gene que
                     interesse imunológico         codifica a proteína












                     3 – Seleção de um agente patogénico   4 – Inserção do gene do agente patogénico 1
                     2 (atenuado)                 no genoma do agente patogénico 2




          designa por quimera. Uma quimera é um microrga-  •  Início rápido da imunidade e de longa duração
          nismo com combinação dos genomas de dois ou mais   •  Administração em idades precoces
          microrganismos que permite imunizar contra mais   •  Não necessita de adjuvantes
          de uma doença, ou frente a diferentes serotipos de   •  Pouco risco de efeitos secundários
          uma mesma doença.                       •  Permitem administração não invasiva
                                                  •  Possível administração em massa
          Vantagens                               •  A interferência com os anticorpos maternos de-
          •  São seguras (depende do vetor)        pende do vetor
          •  Imunidade eficaz de base humoral e celular  •  Vacina DIVA

                                                              ’1
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