Page 64 - Albeitar_14-1
P. 64
Zeleris 400 mg/ml + 5 mg/ml solução injetável para bovinos. COMPOSIÇÃO: Cada ml contém: Substância(s) ativa(s): 400 mg florfenicol e 5 mg meloxicam. ESPÉCIE -ALVO: Bovinos.
INDICAÇÕES: Tratamento terapêutico da doença respiratória dos bovinos (DRB) associada a pirexia causada por Mannheimia haemolytica, Pasteurella multocida e Histophilus somni
sensíveis a florfenicol. CONTRAINDICAÇÕES: Não administrar a machos adultos destinados à reprodução. Não administrar a animais com patologia hepática, cardíaca ou renal, distúrbios
hemorrágicos ou sempre que se verifique evidência de lesões ulcerosas gastrointestinais. Não administrar em caso de hipersensibilidade às substâncias ativas ou a algum dos excipientes.
ADVERTÊNCIAS ESPECIAIS: Não existem. REAÇÕES ADVERSAS (frequência e gravidade): São muito frequentemente observadas reações no local de injeção (principalmente inchaço,
induração, calor e dor) após a administração por via subcutânea do medicamento veterinário. Estes efeitos são temporários, desaparecendo geralmente em 5 ‑15 dias, sem qualquer tra‑
tamento, embora possam persistir durante um período de até 49 dias. Os animais poderão experienciar dor moderada durante a injeção deste medicamento veterinário, manifestada sob
a forma de movimentos da cabeça ou pescoço. POSOLOGIA E VIA DE ADMINISTRAÇÃO: Administração por via subcutânea. Administrar uma única injeção por via subcutânea, na dose
de 40 mg de florfenicol/kg de peso corporal e 0,5 mg de meloxicam/ kg de peso corporal (i.e. 1 ml/10 kg de peso corporal). O volume administrado não deverá exceder os 15 ml por local de
injeção. A injeção deverá apenas ser administrada na região do pescoço. De forma a assegurar a administração da dose correta, o peso corporal deverá ser determinado com a maior
exatidão possível, de forma a evitar a subdosagem. Caso sejam utilizados frascos de 250 ml, é possível proceder com segurança à perfuração da rolha de borracha até um total de 20
vezes. De contrário, é recomendada a utilização de uma seringa de doses múltiplas. INTERVALO DE SEGURANÇA: Carne e vísceras: 56 dias; Leite: Não é autorizada a administração a
fêmeas produtoras de leite destinado ao consumo humano. Não administrar a fêmeas gestantes cujo leite é destinado ao consumo humano no prazo de 2 meses antes da data prevista
para o parto. TITULAR DA AUTORIZAÇÃO DE INTRODUÇÃO NO MERCADO: Ceva Santé Animale, 10 av. de La Ballastière, 33500 Libourne, França. Número(s) da autorização de
introdução no mercado: EU/2/17/210/001–003. N.º(s) do Código nacional: 1111/01 ‑03/17CFPTV. Data da primeira autorização: 15/05/2017. Encontram‑se disponíveis informações de‑
talhadas sobre este medicamento veterinário no website da Agência Europeia de Medicamentos (EMA) http://www.ema.europa.eu. Medicamento veterinário sujeito a receita médico-
-veterinária. Ceva Saúde Animal – Produtos Farmacêuticos e Imunológicos, Lda. Rua Doutor António Loureiro Borges, n.º 9/9A, 9.ºA Miraflores – 1495 ‑131 Algés – Portugal. Tel.: 351.21.422
84 00 Fax: 351.21.422 84 22 – @: cevaportugal@ceva.com
SPIROVAC Suspensão injetável. Líquido turvo com ligeira coloração que pode conter algum sedimento. Cada dose (2 ml) contém: Leptospira borgpetersenii inativada serovar Hardjo tipo
hardjobovis ≥ 2 PR Bovinos a partir das 4 semanas de idade. Indicações Para imunização ativa: – de bovinos para reduzir a colonização renal e a excreção de Leptospira borgpetersenii
serovar Hardjo tipo hardjobovis de forma a que não sejam detetados organismos viáveis em cultura na urina de animais vacinados sujeitos a infeção experimental; Em prova virulenta com
Leptospira borgpetersenii serovar Hardjo tipo hardjobovis foi demonstrado o início de imunidade após 3 semanas e duração de proteção de 12 meses. – de bovinos persistentemente
infetados com Leptospira borgpetersenii serovar Hardjo tipo hardjobovis: para reduzir a excreção urinária de Leptospira borgpetersenii serovar Hardjo tipo hardjobovis sem clearance da
colonização renal; este efeito acontece 4 semanas após a vacinação e a sua duração é desconhecida. O significado epidemiológico da redução de excreção não foi demonstrado. A
vacinação pode não prevenir abortos em vacas nas quais a infeção placentária já tenha ocorrido. Contraindicações Nenhuma. Advertências especiais Os bovinos vacinados podem
ser positivos em testes de diagnóstico para leptospirose e por isso não ser permitida a sua exportação para certos países. Precauções especiais a adotar pela pessoa que administra
o medicamento veterinário aos animais Mesmo que os animais tenham sido vacinados mantém ‑se o risco, embora muito reduzido, de transmissão de leptospirose para quem está em
contacto com os animais. Devem por isso manter ‑se sempre as devidas precauções e procurar conselho médico imediato caso apareçam sinais clínicos de possível infeção. Reações
adversas Pode observar ‑se em até 40% dos animais uma tumefação difusa e edematosa até 10 cm de diâmetro, por vezes sensível à palpação, e que pode manter ‑se até 66 dias após
a vacinação. A reação a vacinações seguintes e as reações em fêmeas gestantes são mais marcadas. A reação no local de injeção pode ser sensível à palpação na semana a seguir à
vacinação e persistir como um nódulo duro, durante várias semanas. Utilização durante a gestação, a lactação Pode ser administrada durante a gestação e lactação. A tumefação é
mais pronunciada em fêmeas gestantes. Após a segunda injeção pode observar ‑se uma tumefação difusa de até 22 cm de diâmetro. Este efeito é mais marcado em fêmeas gestantes
no último trimestre de gestação. Interações medicamentosas e outras formas de interação Não existe informação disponível sobre a segurança e a eficácia desta vacina quando
utilizada com qualquer outro medicamento veterinário. A decisão da administração desta vacina antes ou após a administração de outro medicamento veterinário, deve ser tomada caso
a caso, pelo médico veterinário. Posologia e via de administração Dose: 2 ml Administração: via subcutânea preferencialmente no pescoço. Agitar bem o frasco antes de retirar a dose.
Esquema vacinal básico: Duas doses da vacina com intervalo de 4 a 6 semanas. Esquema de revacinação: Administrar uma dose única de 2 ml, anualmente. Sobredosagem Não se
observaram reações adversas para além daquelas mencionadas na secção 4.6, após a administração de uma sobredose dupla. Como parte da resposta normal à vacinação, e no caso de
uma sobredose dupla da dose máxima recomendada pode ser visível, por baixo da pele e pelo menos até 2 meses, uma linfoadenopatia reativa no linfonodo local, assim como a produção
de uma reação inflamatória granulomatosa subcutânea. A duração total desta reação nos tecidos adjacentes é desconhecida. Intervalo de segurança Zero dias. PROPRIEDADES
IMUNOLÓGICAS Grupo farmacoterapêutico: Imunológicos para bovídeos, vacinas bacterianas inativadas, Leptospira Código ATCvet: QI02AB03 Para estimular a imunidade ativa contra
Leptospira borgpetersenii serovar Hardjo tipo hardjobovis.A vacinação induz uma resposta humoral e imunidade mediada por células, medida por serologia e produção de interferão
gama. É também observada uma marcada diferença estatisticamente significativa na resposta anamnésica após uma revacinação com dose única ou infeção (prova virulenta) 12 meses
após a vacinação primária. Foi demonstrada uma forte reação cruzada serológica após vacinação contra Leptospira interrogans serovar Hardjo, uma espécie estreitamente relacionada
no mesmo serovar. Isto foi mantido durante pelo menos 12 meses após a vacinação primária e também se verifica na resposta anamnésica após a revacinação. Não existe um modelo
de infeção experimental em bovinos que documente a proteção. Incompatibilidades Este medicamento veterinário não deve ser misturado com qualquer outro medicamento veterinário.
Prazo de validade do medicamento veterinário tal como embalado para venda: 2 anos Prazo de validade após abertura do acondicionamento primário: 10 horas. Precauções especiais de
conservação Conservar e transportar refrigerado (2°C – 8°C). Não congelar. Proteger da luz. Apresentações: 5 ou 25 doses (10 ou 50 ml). É possível que não sejam comercializadas todas
as apresentações. O medicamento veterinário não utilizado ou os seus desperdícios devem ser eliminados de acordo com a legislação em vigor. Titular AIM Zoetis Portugal, Lda Lagoas
Park, Edifício 10 2740 ‑271 Porto Salvo AIM 925/01/16RIVPT em 23 de Maio de 2016
Suvaxyn Circo+MH RTU emulsão injetável para porcos, Por dose (2 ml) contém: Circovírus porcino quimérico recombinante inativado tipo 1, contendo a proteína ORF2 do circovírus porcino
tipo 2 2,3 – 12,4 PR* Mycoplasma hyopneumoniae inativado estirpe P ‑5722 ‑3 1,5 – 3,8 PR* Tiomersal 0,2 mg * Unidade de potência relativa determinada por quantificação antigénica por
ELISA (teste de potência in vitro) comparada com uma vacina de referência. Forma farmacêutica: Emulsão injetável homogénea branca. Indicações de utilização Para a imunização ativa
de porcos a partir das 3 semanas de idade contra o circovírus porcino tipo 2 (PCV2) para reduzir a carga viral no sangue e nos tecidos linfoides, e a excreção fecal causada pela infeção
por PCV2. Para a imunização ativa de porcos com idade superior a 3 semanas contra Mycoplasma hyopneumoniae para reduzir as lesões pulmonares causadas pela infeção por Mycoplas‑
ma hyopneumoniae. Início da imunidade: a partir de 3 semanas após a vacinação. Duração da imunidade: 23 semanas após a vacinação.Contraindicações Não existem. Advertências
especiais para cada espécie alvo Não existe informação disponível sobre a segurança desta vacina em varrascos para reprodução. Não utilizar em varrascos destinados a reprodução.
Precauções especiais de utilização Vacinar apenas animais saudáveis. Precauções especiais a adotar pela pessoa que administra o medicamento veterinário aos animais Não aplicável.
Reações adversas É muito comum, nas primeiras 24 horas após vacinação, um aumento transitório da temperatura corporal (em média 1°C). A nível individual, e em comparação com a fase
pré ‑tratamento, é comum um porco apresentar um aumento de temperatura superior a 2°C. Esta situação resolve ‑se espontaneamente dentro de 48 horas sem necessidade de tratamento.
Imediatamente após a vacinação, podem ocorrer de forma pouco frequente, ligeiras reações tipo hipersensibilidade, resultando transitoriamente em sinais clínicos como vómitos, diarreia ou
depressão. Estes sinais clínicos normalmente resolvem ‑se sem tratamento. Em casos muito raros pode ocorrer anafilaxia. Se essas reações ocorrerem, recomenda ‑se tratamento apropriado.
Reações locais nos tecidos na forma de tumefação no local da injeção, que podem estar associadas a calor e rubor no local e dor à palpação, são muito comuns e podem manter ‑se até 2
dias (com base em estudos de segurança em laboratório). A área dessa reação é geralmente inferior a 2 cm de diâmetro. Num estudo laboratorial, um exame post ‑mortem do local de injeção,
realizado 4 semanas após a administração de uma dose única da vacina, revelou uma ligeira resposta inflamatória, evidenciada por ausência de necrose dos tecidos e pouca fibrose. Utilização
durante a gestação, a lactação A segurança do medicamento veterinário não foi determinada durante a gestação ou a lactação. Não administrar durante a gestação e lactação. Interações
medicamentosas e outras formas de interação Não existe informação disponível sobre a segurança e a eficácia desta vacina quando utilizada com qualquer outro medicamento
veterinário. A decisão da administração desta vacina antes ou após a administração de outro medicamento veterinário, deve ser tomada caso a caso e tendo em consideração
a especificidade da situação. Posologia e via de administração Via intramuscular. Administrar uma dose de 2 ml, nos porcos, na zona do pescoço por trás da orelha. Esquema de
vacinação: Uma injeção a partir das 3 semanas de idade. Agitar bem o frasco antes da administração e de forma intermitente durante o processo de vacinação. É recomendado o uso
de seringa multidose. Os dispositivos de vacinação devem ser utilizados de acordo com as instruções dos seus fabricantes. A vacina deve ser administrada de forma asséptica. Durante
o armazenamento pode aparecer um ligeiro depósito preto e a emulsão pode separar ‑se em duas fases distintas. Após agitar o frasco, o depósito escuro desaparece e a emulsão fica
novamente homogénea. Sobredosagem Foi observado um aumento transtório na temperatura corporal (em média 0,8 ºC) 4 horas após administração de uma sobredose dupla. Esta situação
resolveu ‑se espontaneamente num período de 24 horas sem necessidade de tratamento.Reações locais nos tecidos na forma de tumefação (inferior a 2 cm de diâmetro) no local de injeção,
foram comuns e resolveram ‑se num prazo até 2 dias. Intervalo(s) de segurança Zero dias Grupo farmacoterapêutico: Imunológicos para Suídeos, vacina viral inativada e vacina inativada
bacteriana para porcos. Código ATCvet: QI09AL. A vacina contém circovírus porcino quimérico recombinante inativado tipo 1, contendo a proteína ORF2 do circovírus porcino tipo 2. A
vacina contém também Mycoplasma hyopneumoniae inativado. O medicamento veterinário está indicado para estimular o desenvolvimento da imunidade ativa contra PCV2 e Mycoplasma
hyopneumoniae nos porcos. Não misturar com qualquer outro medicamento veterinário. Prazo de validade do medicamento veterinário tal como embalado para venda: 18 meses. Prazo
de validade após a primeira abertura do acondicionamento primário: administrar imediatamente. Conservar e transportar refrigerado (2ºC – 8ºC). Não congelar. Proteger da luz. Durante
o armazenamento pode aparecer um ligeiro depósito escuro e a emulsão pode separar ‑se em duas áreas distintas. Após agitar o frasco, o depósito escuro desaparece e a emulsão fica
novamente homogénea. Frascos de polietileno de alta densidade de 50, 100 ou 250 ml (25, 50 ou 125 doses), fechados com elastómero clorobutilado e selados com cápsulas de alumínio.
Caixa de cartão com 1 frasco de 50 ml (25 doses), 100 ml (50 doses) ou 250 ml (125 doses). Caixa de cartão com 10 frascos de 50 ml (25 doses) ou 100 ml (50 doses). Caixa de cartão
com 4 frascos de 250 ml (125 doses). É possível que não sejam comercializadas todas as apresentações. Precauções especiais para a eliminação de medicamentos veterinários não
utilizados ou de desperdícios derivados da utilização desses medicamentos O medicamento veterinário não utilizado ou os seus desperdícios devem ser eliminados de acordo com os
requisitos nacionais. TITULAR DA AIM Zoetis Belgium SA Representante em Portugal: Zoetis Portugal, Lda Lagoas Park Ed10 2740 ‑271 Porto Salvo EU/2/15/190/001 ‑006 em 06/11/2015

