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CIRC VAC ® 41
Proteção Global da Exploração
A 1ª VACINA REGISTADA PARA
LEITÕES E REPRODUTORAS
UMA GAMA DE BENEFÍCIOS
NOME DO MEDICAMENTO VETERINÁRIO Circovac suspensão e emulsão para emulsão injetável para suínos. COMPOSIÇÃO QUALITATIVA E QUANTITATIVA Cada ml de vacina reconstituída, contém: Substância ativa: Circovírus porcino tipo 2 (PCV2), inativado ≥ 1,8 log 10
U. Elisa. Espécie(s)-alvo: Suínos (marrãs, porcas e leitões a partir das 3 semanas de idade). Indicações de utilização, especificando as espécies-alvo Imunização ativa de leitões para reduzir a excreção fecal do PCV2 e a carga viral no sangue, e como auxiliar na redução dos
sinais clínicos ligados ao PCV2, incluindo: debilidade, perda de peso e mortalidade; bem como para reduzir a carga viral e as lesões nos tecidos linfoides, associadas à infeção com o PCV2. Início da imunidade: 2 semanas. Duração da imunidade: pelo menos, 14 semanas após
a vacinação. Marrãs e porcas: Imunização passiva de leitões, via colostro, após imunização ativa de marrãs e porcas, para reduzir as lesões nos tecidos linfoides, associadas à infeção provocada pelo PCV2 e como auxiliar na redução da mortalidade associada ao PCV2. Duração
da imunidade: até 5 semanas, após a transferência passiva dos anticorpos através da ingestão de colostro. Contraindicações Não existem. Advertências especiais para cada espécie-alvo Porcas: Nenhumas. Leitões: Foi demonstrada a eficácia da vacina em leitões na
presença de níveis intermédios a altos de anticorpos de origem materna. Reações adversas (frequência e gravidade) A vacinação pode, excecionalmente, desencadear reações de hipersensibilidade. Nestes casos instaurar um tratamento sintomático. Reações locais ligeiras
e transitórias, principalmente: tumefação (até 2 cm2, em média), rubor (até 3 cm2, em média) e, em certos casos, edema (até 17 cm2, em média) ocorrem geralmente após administração de uma dose de vacina. Estas reações desaparecem espontaneamente num máximo de
4 dias, em média, sem quaisquer consequências para a saúde e rendimento zootécnico dos animais. Em estudos clínicos, o exame post-mortem dos locais de injeção realizado em porcas, no máximo, 50 dias após a vacinação, revelou lesões limitadas tais como: descoloração e
granuloma, na maioria dos animais, bem como necrose ou fibrose, aproximadamente em metade dos animais. Em leitões, foram observadas em ensaios laboratoriais, lesões menos extensas devido ao pequeno volume administrado, sendo raramente observada alguma fibrose
limitada no momento do abate. Nos dois dias seguintes à administração, pode ocorrer um aumento da temperatura retal até 1,4 °C, em média. Em casos raros, pode ocorrer um aumento da temperatura rectal superior a 2,5 °C, que dura menos de 24 horas. Também raramente,
pode ser observada uma ligeira apatia ou redução do apetite, que em princípio desaparece espontaneamente. Após a vacinação podem ocorrer, excecionalmente, abortos. Utilização durante a gestação e a lactação: Pode ser administrado durante a gestação. Posologia e
via de administração Reconstituir, imediatamente, após a vacina sair da câmara frigorífica (ou de outro sistema de armazenagem em frio). Agitar vigorosamente o frasco que contém a suspensão de antigénio e injetar o seu conteúdo no frasco que contém a emulsão adjuvada.
Misturar cuidadosamente antes de administrar. A vacina reconstituída é uma emulsão branca homogénea. Leitões a partir das 3 semanas de idade: Administrar por via intramuscular profunda, 1 dose de 0,5 ml. Marrãs e porcas: Administrar por via intramuscular profunda, 1 dose
de 2 ml, de acordo com o seguinte esquema de vacinação: Vacinação básica: Marrãs: uma primeira injeção, seguida de uma segunda injeção 3 a 4 semanas mais tarde, no mínimo 2 semanas antes da cobrição. Deve ser administrada mais uma injeção, no mínimo, 2 semanas
antes do parto. Porcas: uma primeira injeção, seguida de uma segunda injeção 3 a 4 semanas mais tarde, no mínimo 2 semanas antes do parto. Revacinação: Uma administração em cada gestação, no mínimo 2 a 4 semanas antes do parto. Intervalo(s) de segurança Zero dias.
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