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            Figura 5. Lesão de aproximadamente 9 mm em sua
            maior extensão (mesio ‑distal), com comprometimento
            de toda a extensão óssea vestíbulo ‑lingual (2014).  Figura 7. Radiografia panorâmica que revela o aspecto
                                                               misto e extensão da lesão no acompanhamento no ano
                                                               de 2015.


















                                                               Figura 8. Imagem mista, região hipodensa com massa
                                                               irregular hiperdensa no seu interior (2017).




            Figura 6. Radiografias periapicais que destacam a fase
            intermediária da DCP, com aumento relevante da
            calcificação no interior da lesão (2015).


             Em 2015, as imagens sugeriam que a lesão permanecia na fase
           intermediária, sem nenhuma alteração considerável em sua ex-
           tensão, embora tenha -se notado um aumento da calcificação na
           lesão no exame de imagem (Figuras 6 e 7). Os elementos contin-
           uavam vitais, e a paciente não relatou sintomatologia dolorosa.
             No ano de 2017, a lesão manteve sua extensão e os dentes,
           vitalidade. Observou -se também  notável formação óssea,
           abrangendo 2/3 da área radiolúcida (Figuras 8, 9 e 10), corrob-
           orando assim com a ideia do diagnóstico inicial de DCP.
             Em 2019, sete anos após o atendimento inicial, notou -se a
           continuidade do quadro de higidez dos dentes e mucosa, vi-
           talidade pulpar e também ausência de qualquer aumento de
           volume na região (Figuras 11 e 12). Nota -se, porém, um maior
           quadro da calcificação da massa central da lesão e apesar da
           inexistência de uma biópsia confirmativa, já que esta poderia
           expor a lesão e causar um quadro infeccioso, pode -se sugerir   Figura 9. Tomografia computadorizada de corte axial
           fortemente que a lesão é uma DCP, pois na comparação dos   evidenciando a calcificação da lesão (2017).
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