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82 rev port estomatol med dent cir maxilofac. 2020;61(2):79-85
Figura 5. Lesão de aproximadamente 9 mm em sua
maior extensão (mesio ‑distal), com comprometimento
de toda a extensão óssea vestíbulo ‑lingual (2014). Figura 7. Radiografia panorâmica que revela o aspecto
misto e extensão da lesão no acompanhamento no ano
de 2015.
Figura 8. Imagem mista, região hipodensa com massa
irregular hiperdensa no seu interior (2017).
Figura 6. Radiografias periapicais que destacam a fase
intermediária da DCP, com aumento relevante da
calcificação no interior da lesão (2015).
Em 2015, as imagens sugeriam que a lesão permanecia na fase
intermediária, sem nenhuma alteração considerável em sua ex-
tensão, embora tenha -se notado um aumento da calcificação na
lesão no exame de imagem (Figuras 6 e 7). Os elementos contin-
uavam vitais, e a paciente não relatou sintomatologia dolorosa.
No ano de 2017, a lesão manteve sua extensão e os dentes,
vitalidade. Observou -se também notável formação óssea,
abrangendo 2/3 da área radiolúcida (Figuras 8, 9 e 10), corrob-
orando assim com a ideia do diagnóstico inicial de DCP.
Em 2019, sete anos após o atendimento inicial, notou -se a
continuidade do quadro de higidez dos dentes e mucosa, vi-
talidade pulpar e também ausência de qualquer aumento de
volume na região (Figuras 11 e 12). Nota -se, porém, um maior
quadro da calcificação da massa central da lesão e apesar da
inexistência de uma biópsia confirmativa, já que esta poderia
expor a lesão e causar um quadro infeccioso, pode -se sugerir Figura 9. Tomografia computadorizada de corte axial
fortemente que a lesão é uma DCP, pois na comparação dos evidenciando a calcificação da lesão (2017).

