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68 rev port estomatol med dent cir maxilofac. 2020;61(2):64-71
Figura 3. Relação entre as opções utilizadas para limpar Figura 4. Relação entre as opções utilizadas para limpar
os dentes e o género na população com deficiência. os dentes e o género na população sem deficiência.
dentes e gengivas, já que menos de metade (37,4% vs 56,2%) ção significativamente mais elevada da necessidade de trata-
da amostra descreveu a sua condição oral como boa ou supe- mento médico -dentário em ambas as populações (com defi-
rior, contrariamente à população sem deficiência (Tabela 2). É ciência χ2(1)=6,460; p=0,011 e sem deficiência χ2=7,324; p=0,03)
ainda no género feminino que encontramos uma autoperce- (Figuras 5 e 6).
Tabela 2. Comparação da autoperceção da necessidade de tratamento e do estado dos dentes e gengivas das amostras
em estudo.
Com Deficiência Sem Deficiência
N % N %
Não 56 24,8 99 41,3
Autoperceção da necessidade de Sim 170 75,2 136 56,7
tratamento médico ‑dentário
Não Sei 0 0 5 2,1
Excelente 4 1,8 13 5,4
Muito bom 6 2,6 32 13,3
Autoperceção do estado dos dentes Bom 75 33,0 90 37,5
e gengivas Médio 88 38,8 80 33,3
Fraco 31 13,7 19 7,9
Muito fraco 23 10,1 6 2,5
Figura 5. Relação entre a autoperceção da necessidade Figura 6. Relação entre a autoperceção da necessidade
de tratamento médico ‑dentário e o género na população de tratamento médico ‑dentário e o género na população
com deficiência. sem deficiência.

