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            Figura 1. Lesão no lado esquerdo do dorso da língua, de   Figura 3. Lesão de superfície lisa, rósea -amarelada na
            cor amarelada.                                     parte dorsal posterior esquerda da língua.

























            Figura 2. Detalhe da lesão no lado esquerdo do dorso da   Figura 4. Lesão com aproximadamente 0,5 cm, localizada
            língua com 0,7 cm, assintomática e amarelada (contorno   na parte dorsal posterior esquerda da língua (contorno
            pontilhado).                                       pontilhado).


           da com bisturi, sob anestesia local infiltrativa utilizando solu-  nhum dado significante. O exame clínico revelou uma massa
           ção estéril injetável de cloridrato de prilocaína 3% (30 mg/mL)   nodular assintomática, firme à palpação, de coloração ligeira-
           em associação com felipressina 0,03 UI/mL. O material obtido   mente róseo -amarelada, de superfície idêntica à mucosa do dor-
           na biópsia foi fixado em formol a 10% e encaminhado para   so lingual, com cerca de 0,5 cm de diâmetro no dorso da língua
           exame anatomopatológico, que confirmou o diagnóstico de   em sua metade esquerda em região posterior (Figuras 3 e 4).
           TCG. O presente caso, vem sendo acompanhado há 12 anos,   Uma biópsia excisional com margem de segurança de
           por meio de contato telefônico com o paciente que ocorre   aproximadamente 0,3 cm distante das bordas da lesão, foi
           anualmente, sendo que, até o presente momento não ocorreu   realizada com bisturi, sob anestesia local infiltrativa utili-
           a recidiva da lesão, conforme relatado pelo paciente.  zando solução estéril injetável de cloridrato de prilocaína 3%
                                                              (30 mg/mL) em associação com felipressina 0,03 UI/mL, o
           Caso clínico 2                                     diagnóstico de TCG foi encontrado, após a fixação do mate-
           Paciente de sexo feminino, caucasiana, com 11 anos de idade,   rial retirado ser fixado em formol a 10% e ser encaminhado
           compareceu com queixa de uma lesão em região de dorso de   para exame anatomopatológico. O presente caso vem sendo
           língua, de coloração  levemente róseo -amarelada. Esta relatou   acompanhado há 10 anos, através de contato telefônico que
           que a lesão havia surgido há cerca de 3 meses, e que recente-  ocorre anualmente, não sendo encontrada recidiva da lesão,
           mente aparentava ligeiro crescimento. Não foi encontrado ne-  conforme relato da paciente.
           nhum sinal de linfoadenopatia cervical ou submandibular. A   Em ambos os casos clínicos as hipóteses diagnósticas fo-
           história médica e o exame físico extraoral, não revelaram ne-  ram de: fibroma, lipoma, schwanoma, neurofibroma, neuroma
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