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EFR evolução:
04-11-11 06-02-12 09-11-15
Pré BD Pós BD Pré BD Pós BD
FVC 2,20L (75%) 2,60L (86%) 2,49L (82%) 1,92L (69%)
FEV1 1,80L (72%) 1,90 (74%) 1,94L (76%) 1,60L (68%)
FEV1/FVC 82% 73,23% 77,80%
FEF25-50-75 69-56-41% 80-50-22% 66-63-39% 61.6-50.7-58.5% 58.9-50.2-68%
Raw 0,362 0,19 0,18 0.25 0.19
TLC 5,29L (100%) 4,88L (90%) 4,61L (85%) 4.81L (91.9%) 4.82L (92.1%)
VR 2,94L (145%) 2,07L (100%) 2,02L (98%) 2.85L (137.2%) 2.74L (131.6%)
DLCOsb--va 41-59% 33,9-53,1% 31.2—46.8 %
pH 7,493 7,44 7,44
PaO2 77,8 70,8 73
PaCO2 39,5 38,3 38
HCO3 29,6 25,7 26
Sat O2 96,4% 94,9% 95%


Prova de marcha de 6 minutos 12-04-2016: distância percorrida 180m. Borg dispneia

incial-final 0-0, PA incial- final 140/90-121-88mmHg, Fc inicial-final 76-75 bpm, FC
máx 90 bpm, SpO2 inicial-final 97-92%, SpO2 mínima 91%



Avaliação analítica autoimunidade (04-04-2003)

ANA Negativo Anti Histonas Negativo
FR Negativo ANCA C e P Negativo
DsDNA Negativo Anti Jo Negativo
Sm Negativo Ac. anti-centromero B Negativo
RNP Negativo SSA Negativo
Scl70 Negativo SSB Negativo
Doseamento ECA normal
Serologia VIH 1,2, VHC, VHB negativas



EVOLUÇÃO CLÍNICA

Na reavaliação em consulta em Janeiro de 2016 observava-se agravamento da

diminuição da DLCO (DLCO=31%) e coalescência dos micronódulos dos LSs na TC
do tórax, com persistência das restantes alterações.

Tendo em conta as alterações na TC tórax desde 2005, as alterações do LBA e a

evidência de granulomas não necrotizantes com células gigantes multinucleadas do tipo
corpo estranho nas biópsias pulmonares transbrônquicas, admitiu-se a hipótese de

doença granulomatosa pulmonar secundária ao Artecoll®. O material injectado ao nível
da face poderá ter funcionado como trigger, induzindo a reacção local e sistémica.

O caso foi discutido na reunião multidisciplinar, com consenso relativamente ao
diagnóstico previamente proposto, pelo que a doente manteve imunosupressão.
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