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128 rev port estomatol med dent cir maxilofac. 2018;59(2):125-130
Caso clínico 2 2) Antissepsia intraoral com Clorexidina 0,12%(Periogard/
Paciente do género feminino, 17 anos, buscou atendimento Colgate, Brasil);
na Clínica III do Curso de Odontologia da Universidade Fede- 3) Anestesia infiltrativa com Lidocaína 2% com epinefrina
ral do Maranhão (UFMA) onde funcionava o Projeto de Exten- 1:100.000 (1/2 anestubo) (DFL, Brasil);
são “Laserterapia na Odontologia”, queixando-se de incômo- 4) Remoção do freio labial com LASER de díodo de alta po-
do promovido pelo freio labial e dificuldade de higienização. tência (Figuras 8 e 9) (Therapy Surgery, DMC, São Carlos,
Nenhuma alteração relevante foi relatada na anamnese. SP, Brasil).
Ao exame clínico, notou-se freio labial volumoso, curto e
que tracionava a papila e dificultava a higienização da área
(Figura 6). A paciente apresentava controle periodontal, sem
sítios inflamados e índice de placa inferior a 20%. Foi indicada
frenectomia utilizando LASER de diodo de alta potência (DMC,
Brasil), cujo meio ativo é um sólido semicondutor associado
ao arseneto, gálio e alumínio, com sistema de entrega através
de fibra ótica (Figura 7), comprimento de onda na faixa do
infravermelho 808 nm, potência de 2 W, 120 J de energia, modo
pulsado e taxa de repetição de 20 pps (pulsos por segundos).
Não houve necessidade de medicação pré-cirúrgica.
O procedimento consistiu em:
1) Antissepsia extraoral com Clorexidina 2%(Rioquímica,
Brasil);
Figura 8. Transcirúrgico Frenectomia a LASER
Figura 6. Aspeto inicial (cirurgia a LASER) - Freio com
inserção próxima aos dentes dificultando a higienização
na área Figura 9. Frenectomia a LASER: imediatamente após o
procedimento cirúrgico
Figura 7. LASER de diodo de alta potência com sistema
de entrega através de fibra ótica iniciando a cirurgia Figura 10. Frenectomia a LASER: 7 dias após a cirurgia

