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rev port estomatol med dent cir maxilofac . 2018;59(2):125-130 127
Figura 1. Aspecto inicial (cirurgia convencional) – Freio Figura 3. Frenectomia convencional: remoção do freio
com inserção abaixo do limite mucogengival e (início da cirurgia)
ocorrência de diastema interincisivo
O procedimento cirúrgico consistiu em: região durante os quatro primeiros dias, mas sem relato de
sinais de inflamação ou edema. O aspeto após sete dias era de
1) Antissepsia extraoral com Clorexidina 2% (Rioquímica, uma região edemaciada com uma discreta inflamação na re-
Brasil); gião da sutura (Figura 5).
2) Antissepsia intraoral com Clorexidina 0,12% (Periogard/
Colgate, Brasil);
3) Anestesia infiltrativa com Lidocaína 2% com epinefrina
1:100.000 (1 anestubo) (DFL, Brasil);
4) Pinçamento do freio com pinça hemostática (Figura 2)
(Golgran, Brasil);
5) Incisão com lâmina de bisturi número 15 (Solidor, Brasil);
6) Remoção do freio (Figura 3);
7) Divulsão com pinça dente de rato (Golgran, Brasil) e des-
colador de Molt (Golgran, Brasil);
8) Sutura com fio de nylon 5.0 (Figura 4) (Procare, China).
Recomendações pós-cirúrgicas foram dadas ao paciente,
bem como prescrição farmacológica de analgésico (Paraceta-
mol 750 mg, Laboratório Medley – Brasil, a cada 6 horas, du-
rante 1 dia). O paciente retornou após uma semana, para re-
moção da sutura e avaliação pós-operatória, relatando dor na Figura 4. Aspeto imediatamente após a cirurgia
convencional. Observar a sutura com fio de nylon
Figura 2. Pinçamento do freio labial antes da sua Figura 5. Frenectomia convencional: 7 dias após a
remoção cirurgia

