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rev port estomatol med dent cir maxilofac . 2018;59(1):36-43 39
lizavam um espaçador para o fabrico das moldeiras indivi-
duais, o que não se verificou em Espanha, onde a maior
parte não utilizava (Figura 4). A colocação de stops nestas
moldeiras não era realizada por cerca de 70% das pós-
-graduações ibéricas.
Todas as pós -graduações afirmaram realizar selamento
periférico nas impressões definitivas, sendo que em Espa-
nha a grande maioria realizava este procedimento em sec-
ções, utilizando godiva, e em Portugal houve uma divisão
igualitária entre o registo em secções com godiva e o regis-
to em simultâneo com polivinilsiloxano (Figura 5 e 6). Não
houve diferença significativa entre a nacionalidade das pós-
-graduações e a técnica de selamento periférico (p=0,099),
nem em relação ao material utilizado (p=0,280). De entre as
pós -graduações que utilizavam polivinilsiloxano, em Portu-
gal apenas era utilizada a viscosidade média, já em Espanha Figura 6. Distribuição percentual do material utilizado
para a realização do selamento periférico da impressão
distribuíram -se pelo uso de outras viscosidades (Figura 7). definitiva.
Figura 4. Distribuição percentual se é utilizado um Figura 7. Distribuição percentual da viscosidade do
espaçador no fabrico da moldeira individual. polivinilsiloxano utilizado.
Figura 5. Distribuição percentual de como é realizado o Figura 8. Distribuição percentual se são realizados
selamento periférico. orifícios de escape na moldeira individual antes da
realização da impressão.

