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EVOLUÇÃO CLÍNICA II
Deterioração progressivo do quadro clinico, agravamento gasimétrico com necessidade
2
de aumento do débito de O2 (GSA FiO2 50%: pH 7,439 // pCO 33,6 mmHg // pO 2
3-
57,2 mmHg // HCO 22,3 mmol/L), anemia. A 23/11/2016 (D7 de internamento)
iniciou terapêutica imunossupressora com pulso de Metilprednisolona e.v. No mesmo
dia, mantendo hipoxemia sob máscara de alto débito (FiO2~100%), foi admitido no
Serviço de Medicina Intensiva.
EXAMES COMPLEMENTARES DE DIAGNÓSTICO III
Exames culturais
Hemoculturas – negativas
Uroculturas – negativas
TC Torácica (26/11/2016 – D10) (Fig. 4)
“Alteração da radiodensidade pulmonar bilateral com padrão de espessamento septal de
predomínio intralobular, densificação em vidro despolido e bronquiectasias de tracção,
aspectos com distribuição preferencial subpleural e evidente gradiente apicobasal,
sobreponíveis aos anteriormente documentados e compatíveis com pneumonite
intersticial. Nas imagens presentes não se obtém inequívoca tradução do padrão em
favo, mas admitem-se como mais prováveis as hipóteses de UIP e NSIP. São também
sobreponíveis os aspectos de maior densificação e tendência à consolidação em
topografia basal, que embora enquadráveis no restante contexto poderão estar em
relação com a informação de infecção. Sem grosseiras alterações da permeabilidade da
árvore brônquica central. Alguns gânglios mediastínicos justacentimétricos e um ou
outro com calcificação grosseira.”

