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supradiafragmática, contactando o diafragma, sem aspetos infiltrativos evidentes,
condicionando discreta atelectasia do parênquima pulmonar adjacente. Tendo esta

área quistica aumento dimensional na TC de Março 2015, atualmente medindo cerca
de 16x13cm de maiores diâmetros no plano axial (volumoso quisto pericárdico?

Outra etiologia?) a considerar realização de RMN para a sua adequada

caracterização.
Imagem ovulada hipodensa e hipocaptante na vertente lateral direita da veia cava

superior, na extremidade superior da lesão quística descrita, podendo corresponder a
um prolongamento superior desta estrutura quística ou eventual adenomegalia

hipodensa, medindo cerca de 24x13 mm de maiores no plano axial.
Presença de derrame pleural de moderado volume à direita. Ausência de derrame

pleural à esquerda.

Normal permeabilidade do restante parênquima pulmonar, sem imagens nodulares
do parênquima pulmonar sugestivas de lesões secundárias.

Fígado de dimensões normais, contornos regulares e captação homogénea do

parênquima hepático, sem imagens nodulares sugestivas de lesões secundárias.
Vesicula biliar em grande repleção, com litíase múltipla, o cálculo de maiores

dimensões com cerca de 33 mm. Pâncreas, baço, glândulas supra-renais, bexiga e
rins sem alterações relevantes, exceto a presença de quistos parenquimatosos renais

direitos, o de maiores dimensões na vertente posterior do terço superior com 56 mm.
Anastomose cirúrgica ao nível da ampola rectal, aparentemente permeável, não

dilatada e sem aspetos de recidiva locorregional. Quadro cólico restante e ansas

intestinais sem alterações relevantes. Discreta densificação mesentérica central, na
vertente anterior da bifurcação aórtica, de contornos irregulares, com 11 mm, a

controlar evolutivamente. Próstata globosa, a correlacionar com ecografia dirigida e
valores de PSA do doente. Ausência de adenomegálias abdomino-pelvicas ou de

ascite.”
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