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Revista Portuguesa de Estomatologia,
                                                       Medicina Dentária e Cirurgia Maxilofacial


                                                        rev port estomatol med dent cir maxilofac. 2021;62(3):133-140





           Revisão

           Tratamentos da halitose: uma revisão sistemática
           qualitativa dos últimos cinco anos




           Ismael Lima Silva*  , Layla Beatriz Barroso de Alencar  , Samara Crislâny Araújo
           de Sousa  , Vitória Freitas de Araújo  , João Nilton Lopes de Sousa

           Universidade Federal de Campina Grande (UFCG), Paraíba, Brasil



           informação sobre o artigo        r e s u m o

           Historial do artigo:             Objetivos: Analisar criticamente a literatura publicada nos últimos cinco anos sobre in-
           Recebido a 6 de novembro de 2020  tervenções usadas no tratamento da halitose.
           Aceite a 9 de agosto de 2021     Métodos: Uma revisão sistemática qualitativa, seguindo o Prisma Checklist, foi conduzida
           On-line a 6 de setembro de 2021  nos bancos de dados PubMed, SciELO e Google Académico usando os descritores ‘Halito-
                                            sis’ AND ‘Treatment’. Foram seguidas etapas de seleção de artigos, aplicando critérios de
           Palavras-chave:                  inclusão e exclusão; extração de dados e análise qualitativa, onde dois pesquisadores de
           Halitose                         forma independente verificaram a confiabilidade metodológica dos artigos inclusos.
           Odontologia                      Resultados: 296 artigos foram recuperados das bases de dados e após aplicação dos crité-
           Tratamento                       rios 17 foram inclusos. Dos estudos incluídos apenas 11 tinham qualidade metodológica
                                            aceitável. Tratamentos mecânicos (escovagem dos dentes e da língua), químicos (antis-
                                            sépticos, pastas dentífricas, comprimidos e pastilhas) e também biológicos (probióticos)
                                            foram positivamente associados a redução da halitose.
                                            Conclusões: Embora multifatorial o dentista deve compreender a etiologia da halitose e
                                            aplicar a melhor intervenção baseada em evidências. (Rev Port Estomatol Med Dent Cir
                                            Maxilofac. 2021;62(3):133-140)
                                                            © 2021 Sociedade Portuguesa de Estomatologia e Medicina Dentária.
                                                  Publicado por SPEMD. Este é um artigo Open Access sob uma licença CC BY-NC-ND
                                                                        (http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0/).

















           *  Autor correspondente.
            Correio eletrónico: ismaellms839@gmail.com (Ismael Lima Silva).
           http://doi.org/10.24873/j.rpemd.2021.10.846
           1646-2890/© 2021 Sociedade Portuguesa de Estomatologia e Medicina Dentária. Published by SPEMD.
           This is an open access article under the CC BY-NC-ND license (http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0/).
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