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38 rev port estomatol med dent cir maxilofac. 2021;62(1):35-41
Tabela 2. Dados médicos e odontológicos dos indivíduos
com epidermólise bolhosa, no período de 2014-2019.
Variável (N=33) %
Dados Médicos
Internamentos no Serviço Universitário
Sim 18 54%
Não 15 45%
Motivo do internamento (CID)
DEP grave (E43) 8 24,30%
Anemia crónica (D500) 4 12,10%
Outras afeções da pele (L988) 2 6%
EB (Q81) 1 3%
Doença bolhosa não especificada(L139) 1 3%
Insuficiência cardíaca congestiva (I50) 1 3%
Infeção bacteriana não especificada 1 3%
Total 18 54,40%
Figura 1. Sinéquias, deformidades e contraturas nas
Diagnóstico médico (subtipo)
Distrófica recessiva 25 75,7% mãos de paciente com EBDR.
Simples 3 9%
Distrófica dominante 3 9%
Não especificada 2 6%
Total 33 100%
Dados Odontológicos
Quem realiza a escovagem
Genitores 17 51%
Paciente 16 48%
Frequência da escovagem
Uma vez 12 36%
Duas vezes 11 33%
Três vezes 5 15%
Nenhuma 5 15%
Uso do fio dentário
Não 31 93,90%
Sim 2 6%
Uso do antisséptico bucal
Não 26 78,7%
Sim 7 21,30%
Figura 2. Sinéquias, deformidades e contraturas nos pés
Sangramento gengival após escovagem de paciente com EBDR.
Não 5 15%
Sim 28 84%
Passado de abscesso
Não 21 63,60%
Sim 12 36,30%
Higiene bucal 22 66%
Insatisfatória 9 27%
Regular 2 6%
Boa
Total 33 100%
Outras alterações estomatológicas evidentes foram as cicatri-
zes, obliteração do fundo de vestíbulo bucal, microstomia (Fi-
gura 4), anquiloglossia, ausência das rugas palatinas e das
papilas linguais; conforme descrito na Tabela 3.
O exame dos dentes revelou 3 casos de hipoplasia denti-
nária (9%) em indivíduos com EBDR, 24 pacientes (72,7%) apre-
sentaram mancha branca de cárie, um caso de fluorose (3%),
quatro com atraso na erupção dentária (12,1%) e um com hi- Figura 3. Criança com EBDR e com lesões crostosas em
perdontia (3%). A média CPOD dos 33 indivíduos foi correspon- região labial e peribucal.

