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idades dos participantes foi de 22,18 anos (dp=3,0). A caracte- Tabela 2. Comportamentos de higiene oral e de
rização da amostra é apresentada na Tabela 1. consumo de hidratos de carbono (n=102).
A grande maioria dos estudantes referiu escovar os dentes
pelo menos duas vezes por dia (98%) e utilizar dentífrico fluo- % n
retado na escovagem (91,2%). O momento de escovagem mais Frequência de escovagem
frequente foi “antes de ir dormir” (86,3%). Apenas 20,6% dos Menos de 1 vez por dia 0,0 0
estudantes utilizava fio dentário diariamente. Uma grande 1 vez por dia 2,0 2
percentagem dos participantes afirmou consumir hidratos de Pelo menos 2 vezes por dia 98,0 100
carbono a maioria dos dias (44,1%), sendo o momento de con- Momento de escovagem
sumo mais frequente “entre as refeições” (52,9%). Mais de me- De manhã, antes do pequeno-almoço 23,5 24
tade dos participantes (60,8%) respondeu que aumentava o De manhã, após o pequeno-almoço 80,4 82
27
26,5
Após o almoço
consumo de hidratos de carbono durante as épocas de estudo Após o jantar 19,6 20
(Tabela 2). Cerca de 84% dos participantes referiram realizar Antes de dormer 86,3 88
consultas regulares com o médico dentista, mesmo não tendo Uso de fio dentário
queixas. Dos estudantes que visitaram o médico dentista no Não 8,8 9
último ano, a maioria (73,5%) fê-lo por rotina (Tabela 3). Sim, ocasionalmente 70,6 72
O valor médio do HUDBI encontrado foi de 8,56 (dp=1,5), Sim, todos os dias 20,6 21
sendo o valor mínimo 5 e o máximo 12. A frequência de res- Uso de dentífrico fluoretado
posta em cada um dos itens que compõem o HUDBI é apre- Sim 91,2 93
sentada na Tabela 4. Os itens com uma grande percentagem Não 2,9 3
de concordância foram a preocupação com a cor dos dentes Não sabe 5,9 6
(97,1%), com a cor da gengiva (92,2%) e com o mau hálito (99%). Frequência de consumo de hidratos
Relativamente à escovagem, 24,5% dos participantes referiu de carbono
9,8
nunca ter recebido orientação profissional de como realizar a Todos os dias 44,1 10
A maioria dos dias
45
escovagem dentária. Ocasionalmente 44,1 45
A prevalência de cárie dentária foi de 97,1% (n=99) e a mé- Nunca 2,0 2
dia do C POD foi de 6,7 (dp=3,8) (Tabela 5). A distribuição de
A-6 Momento do consumo de hidratos
cárie pelos vários valores de CPOD é apresentada na Figura 2. de carbono
A média de ID-S encontrada foi 0,6 (dp=0,39), tendo sido Após as refeições 52,0 53
registado um mínimo de 0 e um máximo de 2 (Tabela 5). Me- Entre as refeições 52,9 54
12,1
4
Antes de dormer
tade da amostra apresentou uma higiene oral “boa” (Figura 3).
A prevalência de hemorragia gengival foi de 49,0% (n=50). No caso de consumir hidratos
Apesar disso, a média de sextantes com hemorragia pode ser de carbono antes de dormir
considerada bastante baixa com um valor de 0,1 (dp=0,2) Escova os dentes após o consumo 75,0 3 1
Não escova os dentes após o consumo
25,0
(Tabela 5).
Aumento do consumo de hidratos de
carbono durante as épocas de estudo
Sim 60,8 62
Tabela 1. Caracterização da amostra por sexo, idade, Não 39,2 40
naturalidade e curso.
% n
Sexo (n=102)
Feminino 87,3 89 Tabela 3. Frequência e razão da visita ao médico dentista.
Masculino 12,7 13
% n
Idade (n=102)
[20-25] 94,0 96 Regularidade da visita ao médico
]25-30] 4,0 4 dentista (n=102)
>30 2,0 2 Nunca visitou o médico dentista 0,0 0
Regularmente, mesmo sem queixas 84,3 86
Naturalidade (por Nuts II) (n=77) Quando existe dor ou queixas 15,7 16
Norte 6,5 5
Centro 19,5 15 Visita ao médico dentista
Área metropolitana de Lisboa 49,3 38 no último ano (n=102)
Alentejo 9,1 7 Sim 92,2 94
Algarve 2,6 2 Não 7,8 8
Açores 1,3 1
Madeira 3,9 3 Razão da última visita ao médico
Outro país 7,8 6 dentista (n=94)
Situações de urgência (dor ou abcessos) 4,9 5
Curso (n=102) Realização de tratamentos (dentisteria,
Higiene Oral 28,4 29 exodontia, endodontia) 13,7 14
Medicina Dentária 47,1 48 Rotina (consultas de prevenção,
Prótese Dentária 24,5 25 ortodontia ou outros) 73,5 75

