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           tância a 2% (Rioquímica, Brasil) com gaze estéril e pinça. Após   em nível supra periosteal (Figura 2 -5). Essa papila interincisiva
           a anestesia tópica com Benzocaína 20% (DFL, Brasil) em fun-  foi preservada para não provocar um espaço negro (black space).
           do de sulco e região entre os incisivos centrais superiores, foi   Após a remoção do tecido fibroso entre o segmento inter-
           realizada anestesia local com Lidocaína 2% com epinefrina   dental e a papila interincisiva na região palatina, foi realizado
           1:1000.000 (DFL, Brasil), através do bloqueio do nervo alveolar   um debridamento com gaze (Cremer, Brasil), ou seja, uma fe-
           superior anterior (bilateralmente); as anestesias infiltrativas   nestração óssea (Figura 6), fazendo uma pequena fricção entre
           foram em fundo de sulco labial e rebordo. Porém, a infiltração   os dentes para remover as fibras mais internas que estavam
           do anestésico não foi tão próxima à inserção do freio para   em contato com o osso. Em seguida, foi feito a divulsão dos
           não alterar as referências anatómicas e, consequentemente,   bordos, isto é, um descolamento do tecido mucoso em relação
           afetar a área abordada no procedimento cirúrgico. Além dis-  ao tecido muscular e remoção de fibras que se encontravam
           so, foi realizada anestesia intrapapilar e no nervo nasopala-  unidas ao osso. Esse procedimento foi feito com a pinça Die-
           tino, com a utilização de um total de 2 anestubos para todo   trich para pinçamento dos bordos, inserção da tesoura sempre
           o procedimento.                                    fechada dentro do tecido e só era aberta dentro do plano mu-
             Em seguida, foi realizado o pinçamento na posição apical   coso, fazendo a divulsão dos tecidos. Foram encontradas algu-
           do freio com a pinça hemostática Kelly e foram efetuadas duas   mas glândulas salivares menores e estas foram removidas.
           incisões verticais com lâmina de bisturi n.º 15c (Solidor, Brasil)   Durante todo o procedimento foram realizadas compres-
           em forma de “v”, com incisão no fundo de sulco até a região   sões com gazes para manter a hemostasia. Realizou -se sutura
           da papila interincisiva para a remoção do freio labial superior   em toda a extensão da incisão (Figura 7), através de pontos

























            Figura 1. Diagnóstico clínico do freio labial com inserção   Figura 3. Incisão em forma de “V”.
            baixa e diastema interincisal.


























            Figura 2. Uso da pinça Kelly para apreender o freio   Figura 4. Remoção do freio labial superior.
            labial.
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