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Proteção
                                                                                    começa com prevenção         31
                                                                                    Prevenção começa
               Protege o futuro                                                     com Bovilis















            Bovilis BVD

            e Bovilis IBR Viva

            Marcada

            Agora com 12 meses


            de proteção*












        PT/BOV/1017/0009





                                  Bovilis  BVD
                                                   ®


                                  A única vacina inativada de BVD registada para proteção fetal


                                  Bovilis  IBR Viva Marcada
                                                   ®


                                  A única vacina viva de IBR com protocolo de vacinação anual           *



         RCM – Bovilis BVD Nome do Medicamento Veterinário: Bovilis BVD, Suspensão injetável para bovinos. Composição qualitativa e quantitativa: Cada dose de 2 ml contém: Substância ativa: Vírus inativo da diarreia vírica bovina (BVD) tipo-1 estirpe citopatogénica C-86,
         contendo 50 Unidades ELISA (UE) e induzindo no mínimo 4,6 log2 de unidades VN (Título médio de neutralização do vírus obtido no teste de potência). Espécie-alvo: Bovinos (vacas e novilhas). Indicações de utilização, especificando as espécies alvo: Para a imunização ativa
         de vacas e novilhas, a partir dos oito meses de idade, de modo a proteger o feto contra a infeção transplacentária pelo vírus da diarreia vírica bovina. Posologia e via de administração: Antes de administrar a vacina deixe-a atingir a temperatura ambiente (15°C -25 ºC). Agitar bem
         antes de utilizar. Utilizar seringas e agulhas esterilizadas. Injeção intramuscular: 2 ml por animal. Todos os animais podem ser vacinados a partir dos 8 meses de idade. Consegue-se a proteção do feto se a imunização primária for concluída até 4 semanas antes do início da gestação.
         Os animais vacinados após as 4 semanas que antecedem a gestação ou no início desta, não ficarão protegidos contra a infeção no feto. Vacinação individual: Imunização primária: Duas administrações com um intervalo de 4 semanas. A segunda injeção não deve ser administrada após
         as 4 semanas que antecedem o início da gestação; Revacinação: Uma vacinação 4 semanas antes do início da próxima gestação.Vacinação do efetivo: Imunização primária: Duas administrações com um intervalo de 4 semanas. Todos os animais a partir dos 8 meses de idade devem ser
         vacinados; Revacinação: Uma vacinação 6 meses após a vacinação básica sendo as seguintes revacinações com um intervalo não superior a 12 meses. Para a revacinação, a vacina pode ser utilizada para reconstituir a Bovilis IBR viva marcada para administração a bovinos a partir dos
         15 meses (ou seja, aqueles que foram previamente vacinados, separadamente, com Bovilis BVD e Bovilis IBR viva marcada) e devem ser utilizadas as seguintes instruções: 5 doses Bovilis IBR viva marcada + 10 ml Bovilis BVD; 10 doses Bovilis IBR viva marcada + 20ml Bovilis BVD; 25
         doses Bovilis IBR viva marcada + 50ml Bovilis BVD; 50 doses Bovilis IBR viva marcada + 100ml Bovilis BVD. Uma dose única (2ml) de Bovilis BVD misturada com Bovilis IBR viva marcada administrada por via intramuscular. Aparência visual após reconstituição de Bovilis IBR viva marcada
         na Bovilis BVD:Como especificado para Bovilis BVD isolada. Contraindicações: Nenhumas. Reações adversas (frequência e gravidade): Em casos muito raros pode ser observada uma ligeira tumefação durante 14 dias no local da injeção. Também em casos muito raros pode
         ocorrer um aumento passageiro da temperatura corporal. Em casos muito raros podem ocorrer reações de hipersensibilidade, incluindo choque anafilático. Numa situação de uma reação tipo anafilática é recomendado um tratamento apropriado tal como anti-histamínico, corticosteróide
         ou adrenalina. A frequência dos eventos adversos é definida utilizando a seguinte convenção: Muito frequente (mais de 1 em 10 animais tratados apresentando evento(s) adverso(s)), Frequente (mais de 1 mas menos de 10 animais em 100 animais tratados), Pouco frequentes (mais de
         1 mas menos de 10 animais em 1.000 animais tratados), Raros (mais de 1 mas menos de 10 animais em 10.000 animais tratados) e Muito rara (menos de 1 animal em 10.000 animais tratados, incluindo relatos isolados). Advertências especiais: Vacinar apenas animais saudáveis.
         Intervalo de segurança: Zero dias. Titular de Autorização de Introdução no Mercado: MSD Animal Health, Lda., Edifício Vasco da Gama, nº19, Quinta da Fonte, Porto Salvo, 2770-192 Paço de Arcos. Número de Autorização de Introdução no Mercado: 636/99 DGV. Data
         da primeira autorização: 27 de setembro de 2000. Data da revisão do texto: Junho 2017. Medicamento veterinário sujeito a receita médico veterinária.
         RCM – Bovilis IBR viva marcada Nome do Medicamento Veterinário: Bovilis IBR viva marcada liofilizado e solvente para suspensão para bovinos. Composição qualitativa e quantitativa: Cada dose de 2 ml de vacina reconstituída contém: Substâncias ativas: Herpesvírus
         bovino tipo 1 (BHV-1) vivo, estirpe GK/D (gE¯ glicoproteína E negativa): 10 5,7  – 10 7,3  DICT 50  (DICT 50 : dose infeciosa 50 % em cultura tecidular). Espécie-alvo: Bovinos. Indicações de utilização, especificando as espécies alvo: Imunização ativa de bovinos para reduzir a intensidade
         e a duração dos sintomas clínicos de origem respiratória induzidos pela infeção devida ao BHV-1 e diminuir a excreção nasal do vírus de campo. Início da imunidade: Demonstrou-se um aumento da imunidade 4 dias após vacinação por via intranasal e 14 dias após a vacinação intra-
         muscular de animais seronegativos com 3 meses de idade. Duração da imunidade: Após administração intranasal a vitelos com 2 semanas de idade, o estado de imunidade mantém-se pelo menos até aos 3-4 meses de idade. Na presença de anticorpos de origem materna, a proteção
         vacinal pode não ser completa até à segunda vacinação. Esta segunda vacinação deve ser administrada aos 3-4 meses de idade e resultará numa imunidade protetora que se mantém durante pelo menos 6 meses. Uma única vacinação por via intranasal ou intramuscular a animais de
         3 meses de idade, confere uma imunidade protetora (redução dos sintomas clínicos e da excreção viral), que foi demonstrada através de uma prova virulenta realizada 3 semanas depois da vacinação. A diminuição da excreção mantém-se pelo menos durante 6 meses depois de uma
         vacinação única. A revacinação para garantir a proteção, após ter decorrido o período inicial de proteção de 6 meses, resultará numa imunidade protetora que dura 12 meses. Informação específica: Não existe informação disponível sobre a eficácia da vacina na prevenção contra uma
         infeção latente pelo vírus selvagem ou contra a re-excreção do vírus selvagem por um portador latente. Posologia e via de administração: Reconstituir o liofilizado com o solvente. Número de doses por frasco: 5 – Volume necessário de solvente: 10ml, Número de doses por frasco:
         10 – Volume necessário de solvente: 20ml, Número de doses por frasco: 25 – Volume necessário de solvente: 50ml, Número de doses por frasco: 50 – Volume necessário de solvente: 100ml, Número de doses por frasco: 100 – Volume necessário de solvente: 200ml. Dosagem: Uma
         dose única de 2 ml de vacina reconstituída por animal. Método de administração:  a partir dos 3 meses de idade: administração intranasal ou administração intramuscular; Entre as 2 semanas e os 3 meses de idade: administração intranasal. Para a administração intranasal (1 ml em
         cada narina) recomenda-se a utilização de uma cânula. Vacinação primária:  Vacinação básica: Vacinar cada animal a partir dos 3 meses de idade com uma dose única de vacina. Programa de proteção precoce: Quando a primeira vacinação é administrada entre as 2 semanas e os 3
         meses de idade, deve ser administrada uma segunda vacinação aos 3-4 meses de idade. Primeira revacinação: A primeira revacinação deve ser administrada 6 meses após a primeira vacinação. A Bovilis IBR inativada marcada pode
         ser alternativamente administrada para estas revacinações. Reações adversas (frequência e gravidade): Pode frequentemente ocorrer um ligeiro e passageiro aumento (1ºC) da temperatura corporal durante um período até 5
         dias após a vacinação. Depois da vacinação intranasal pode frequentemente observar-se um aumento da descarga nasal. Em casos muito raros pode ocorrer uma reação de hipersensibilidade. A frequência dos eventos adversos
         é definida utilizando a seguinte convenção: Muito frequente (mais de 1 em 10 animais tratados apresentando evento(s) adverso(s)), Frequente (mais de 1 mas menos de 10 animais em 100 animais tratados), Pouco frequentes
         (mais de 1 mas menos de 10 animais em 1.000 animais tratados), Raros (mais de 1 mas menos de 10 animais em 10.000 animais tratados) e Muito rara (menos de 1 animal em 10.000 animais tratados, incluindo relatos isolados).
         Advertências especiais para cada espécie alvo: A presença de anticorpos de origem materna pode influenciar a eficácia da vacinação. Assim, recomenda-se uma avaliação do estado imunitário dos vitelos antes do início da
         vacinação. Intervalo de segurança: Zero dias. Titular de Autorização de Introdução no Mercado: MSD Animal Health, Lda., Edifício Vasco da Gama, nº19, Quinta da Fonte, Porto Salvo, 2770-192 Paço de Arcos. Número de
         Autorização de Introdução no Mercado: R694/02 DGV. Data da primeira autorização: 25 de janeiro de 2002. Data da revisão do texto: Março 2017. Medicamento veterinário sujeito a receita médico veterinária.
         *depois da primovacinação e da primeira revacinação aos 6 meses de idade o protocolo vacinal é anual  ’1
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