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possibilidade de falsos negativos de cerca de 30 por cento associados à genotipagem
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plasmática .


As translocações que envolvem a cinase do linfoma anaplásico (ALK) estão presentes

em aproximadamente 4 por cento dos adenocarcinomas e ocorrem mais frequentemente

em não fumantes e em doentes mais jovens. A presença de translocação do ALK no
CPNPC avançado é fortemente preditivo da sensibilidade aos TKIs do ALK (por

exemplo, crizotinib, ceritinib, alectinib) e o tratamento com esses agentes prolonga

significativamente a sobrevivência livre de progressão (PFS).



ROS-1 é um recetor da tirosina cinase que atua como oncogene driver em 1 a 2 por
cento dos CPNPC através de uma translocação genética entre ROS1 e outros genes,

sendo o mais comum CD74. As características histológicas e clínicas associadas às
translocações de ROS1 incluem histologia de adenocarcinoma, doentes jovens e não

fumadores. A tirosina cinase ROS1 é altamente sensível ao crizotinib devido à

semelhança no domínio da tirosina cinase do ALK e ROS.



BRAF é um mediador que ativa a via MAPK (mitogen-activated protein kinase). As
mutações BRAF são observadas em 1 a 3 por cento dos CPNPC e geralmente estão

associadas a história de tabagismo. Podem ocorrer na posição V600 do exão 15, como
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no melanoma ou fora deste domínio . Nos doentes com mutações BRAF V600 que
progrediram após quimioterapia, sugere-se um inibidor de BRAF (dabrafenib ou

vemurafenib) ou a combinação dabrafenib mais trametinib que foi aprovada pela FDA.



Para os doentes com alterações genéticas em HER2, MET ou RET sugere-se terapêutica
targeted off- label cujos agentes demonstraram atividade, com toxicidade aceitável, mas

ainda não estão aprovados para a prática clínica.



Nos doentes não fumadores, com mutação driver, a imunoterapia tem menor eficácia

que a população geral dos doentes com CPNPC .
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Os inibidores de checkpoints imunológicos aprovados para segunda linha do CPNPC

apresentam resposta a longo prazo sustentadas, mas apenas em 20% dos doentes. Para
além da expressão de PD-L1, a investigação de outros biomarcadores é fundamental
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